A aposentada Sonia Monforte, 67 anos, ficou viúva há sete anos e ainda precisa se adaptar à nova rotina. A primeira troca providenciada foi a mudança de uma casa grande para um apartamento mais aconchegante, em Santo André.
Sonia diz, de bate-pronto, que "infelizmente" vive sozinha. Ainda não superou a perda do
marido, com quem passou 37 anos. O casal teve uma filha. "Tive depressão, e é uma coisa
complicada. Sei que passou, mas tem horas que a tristeza chega. A saudade ainda é grande",
conta. A aposentada não vive absolutamente sozinha, pois a filha lhe deu de presente uma
cachorrinha que passou a ser sua companhia nos últimos quatro anos.
Na semana passada, a tranquilidade do apartamento foi deixada de lado. Não pelos latidos da
pequena Lana, mas sim dos choros e sorrisos da pequena Beatriz, de três meses. Ela é a neta
mais nova de Sonia e passará os dias da semana sob os cuidados da avó enquanto a mãe
trabalha.
Texto na íntegra em http://www.dgabc.com.br/News/5901882/aumenta-o-numero-de-pessoas-
que-