Thomas Perls, professor da Universidade de Boston, nos EUA, realiza um estudo sobre pessoas longevas. Mais recentemente, Perls pesquisou características comuns aos filhos de centenários, que são menos neuróticos e mais extrovertidos que a média da população. Perls também quer entender qual o efeito da personalidade de uma pessoa na longevidade dela.
Os filhos de centenários tendem a ter as faculdades mentais em ordem e tem menos doenças relacionadas à idade. Mais extrovertidos, esses indivíduos estabelecem relacionamentos importantes com mais facilidade e são menos deprimidos. Lidam melhor com situações de stress, que é tido como aspecto que acelera o envelhecimento e pode causar doenças no coração, pressão alta e derrames.
A personalidade dos homens e das mulheres, segundo o estudo, fica mais parecida nos homens que vivem mais. A maior parte das pessoas que vive mais nutre hábitos saudáveis. Entretanto, os centenários têm normalmente histórico de longevidade excepcional na família.
Podemos aprender a diminuir a predisposição negativa e a lidar melhor com as situações de stress, administrando com paciência e com exercícios.