Devido sua importância no cenário político nacional, o evento foi prestigiado pelo senador Paulo Paim(PT/Rio Grande do Sul) e pelo deputado federal Marçal Filho (PMDB do Mato Grosso do Sul).
Vendo com bons olhos o nascimento deste novo partido, Paim classificou como ousado e corajoso o gesto de rebeldia dos aposentados: "Infelizmente, apesar das conquistas do passado, o CongressoNacional não tem correspondido às expectativas dos aposentados, pensionistas e idosos. À medidaque o PAI for crescendo irá dialogar com mais força na Câmara e no Senado. Todos os partidosterão que conversar com o PAI. Através de uma política saudável de alianças, esse partido poderáinfluenciar nas indicações até de ministros", acredita Paulo Paim.
Segundo ele, a partir do momento que a população conhecer a força do voto dos aposentados, o PAIpoderá mudar o curso da história política deste País.
O deputado Marçal disse que o novo partido tem um nome sugestivo e simpático. "Vamos continuarlutando e agora ombreados ao legítimo partido dos aposentados. Vislumbro um grande crescimentoao PAI, que tem tudo para dar certo", afirmou o parlamentar.
Paim e Marçal não se filiaram neste momento, mas assinaram o documento favorável para aconstituição e registro do PAI no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na sequência dos trabalhos, os convencionais elegeram de forma democrática a primeira diretorianacional, que é formada por dirigentes da COBAP e das federações de aposentados. A metaagora é buscar 490 mil assinaturas de apoio ao PAI em pelo menos 9 estados. Haverá uma grandemobilização nacional para acelerar a oficialização do PAI.
Fonte: JL/Richard Casal, 30/6/2011. http://www.jornaldeluzilandia.com.br/txt.php?id=15918