A partir da Emenda Constitucional 72/2013, promulgada no dia 2 de abril deste ano, o trabalho de cuidadores de idosos nunca esteve sob a mira das discussões como agora – o que configura uma situação positiva, pois mostra à sociedade e ao poder público a urgência de se conhecer as particularidades e necessidades da categoria, que compõe a classificação de empregados domésticos, e que há alguns anos desponta como uma das mais procuradas nas agências de emprego.
Diversas questões foram levantadas desde que a nova lei foi promulgada. Distintos receios surgiram nas famílias que precisam contratar cuidadores de idosos, nas ILPIs e entre os profissionais. As famílias, por seu lado, temem o encarecimento do trabalho.
No Brasil, a ocupação de cuidador de idosos ainda não é uma profissão regulamentada por lei federal, no entanto está cada vez mais próximo o momento em que essa ocupação será finalmente reconhecida como profissão, pois o envelhecimento crescente da população idosa no país faz com que haja uma grande demanda por cuidadores ao mesmo tempo em que surgem iniciativas políticas na luta em prol do envelhecimento, como no caso do Projeto de Lei 4702/12 que tramita na Câmara e que visa a regulamentação do exercício da profissão de cuidadores de idosos.
A ocupação de cuidador de idosos é uma das categorias que mais desponta nas agências de emprego paulistanas e foi pensando na grande demanda cada vez mais intensa e na falta de profissionais qualificados, não só tecnicamente mas também em relação ao processo de envelhecimento da população, que surgiu o Cuidar é Viver – um programa de apoio, formação e capacitação de Cuidadores de Idosos - uma iniciativa do OLHE- Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento, em parceria com a SUPPORT - uma empresa do Grupo Danone.
O Fórum Nacional da Sociedade Civil pelos Direitos da Pessoa Idosa vem a público manifestar-se contrário a qualquer alteração de conteúdo do Estatuto do Idoso, enquanto não tivermos todos os seus itens efetivados.
Repudiamos qualquer tentativa de restringir direitos da pessoa idosa, como o proposto no Projeto de Lei 4571/2008. O artigo 23 do Estatuto do Idoso assegura meia entrada a todas as pessoas idosas. O Projeto de Lei 4571/2008 ao sugerir a retirada do Artigo 23 do Estatuto do Idoso limita o direito a meia entrada da pessoa idosa a concorrer os 40% de ingressos disponibilizados para a meia entrada junto a outros segmentos, entre os quais, estudantes.
De las 51 víctimas fatales por las inundaciones sufridas hace pocos días en la ciudad de La Plata, 34 fueron personas mayores de 65 años. La rapidez con la que subía el agua y la fuerza con la que avanzaba arrasando todo a su paso impidió que muchas personas mayores, algunas con movilidad reducida, pudieran buscar refugio en casas y departamentos de vecinos. La mayoría murieron ahogados, arrastrados por la corriente o tratando de ayudar a otros.
En tanto, los sobrevivientes la aquella jornada perdieron medicamentos, muebles, frazadas, ropa, y recuerdos de toda una vida.
No mercado de consumo, o consumidor é apenas aquele que atua na aquisição de produtos e serviços, sem condições de saber como os mesmos são fabricados e oferecidos, quais são suas reais condições de operacionalidade, funcionamento, qualidade; se as informações fornecidas são verdadeiras ou não; se, inclusive, ele precisa mesmo adquirir determinado produto ou serviço etc. Por isso todo consumidor, independentemente de sua idade, é considerado vulnerável, e precisa de proteção legal.
O consumidor idoso goza de alguns direitos específicos, já que em seu favor, juntam-se, entre outras leis, o CDC (Código de Defesa do Consumidor) e Estatuto do Idoso.
Tome conhecimento de um direito do idoso que todos devemos saber e divulgar pois, nem os hospitais, nem os planos de saúde divulgam...
Trata-se da refeição de acompanhantes quando estes ficam junto aos idosos que estão internados.
As notícias, algumas vezes, surpreendem. A referência é feita ao Relatório da Unaids que revela uma “diminuição no número de novos casos da doença, incluindo regiões fortemente afetadas, como a África subsaariana e o Caribe”. Inclui-se o Brasil. A reportagem foi divulgada no final de 2012 pelo website DW.
Em julho ela fará 70 anos. Uma vida de mudanças, amores, religiosidade, trabalhos e amizades. Advogada formada fazia cinco anos, decidiu largar tudo e tentar uma vaga quando estava sendo criada a revista Veja. Conseguiu. Daí em diante teve uma vida profissional entre os Civita e os Bloch. Deve ao teólogo Leonardo Boff, depois de uma entrevista, o seu retorno à Igreja Católica, via Teologia da Libertação. Faz as contas e se assusta: nestes 70 anos já se mudou de casa 48 vezes. Sem erro de revisão: 48 vezes. Agora está em Petrópolis, “onde me sinto em casa”. Alegre, amiga, inflexível diante das injustiças. Há 70 anos, uma grande mulher.
Portal – Dia 3 de julho serão 70 anos. Quem é a Marilda?
Marilda - Sou filha de Elza Meirelles Varejão e Accácio d’Almeida Varejão, nasci no Rio de
Janeiro, na Tijuca, no Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, no dia 3 de
julho de 1943. Ou seja, sou uma carioca da gema. Mas vivi na Cidade Maravilhosa somente
depois de adulta: a família morava em Teresópolis, onde fiz o curso primário no Ginásio São
Paulo, das irmãs Angélicas. Aos dez anos, para fazer o ginasial, vim para Petrópolis, onde
estudei no Colégio Santa Catarina, também de freiras.
Vivemos mais na cidade e por mais tempo. São dois fenômenos expressivos na última década mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas e estamos envelhecendo. Para a Organização Mundial de Saúde (OMS) estamos na “Era do Envelhecimento” e as construtoras estão percebendo este momento como uma oportunidade para novos negócios.
E o mercado é grande mesmo. A população idosa cresceu mais de 7% desde 2000 e junto com
ela aumentaram as pesquisas e estudos na esfera da gerontologia (estudo do envelhecimento)
tornando específico o conhecimento e compreendendo melhor as necessidades dos idosos.
Nesta edição vamos conhecer um pouco das ideias e ideais da arquiteta Lilian Avivia Lubochinski. Lilian gosta de trabalhar pensando em promoção de saúde para os idosos. Um dos caminhos que ela propõe é por meio de diagnósticos e consultorias, a fim de evitar alguns acidentes comuns dentro dos lares. Preocupada com a prevenção da institucionalização do idoso, independentemente do seu nível social, estuda caso a caso com a mesma dedicação e profissionalismo, buscando o custo ideal para adequar cada ação a cada lugar com eficiência e resultados. A ex-professora da UAM-PUCSP experimenta um novo momento em sua vida, no qual, com maturidade, está convicta de que pode ajudar muitos a manter sua independência dentro do seu lar, preservando a sua autonomia.
Jornal Maturidades – Quando você lecionou na UAM-PUCSP?